lendas.jpgLenda

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Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.
De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.
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LENDAS


Lenda dos Idosos

28-02-2012 16:15

A Lenda de Timor

28-02-2012 16:15

A LENDA DO OVO

28-02-2012 16:14

A Lenda da Serra da Estrela

28-02-2012 16:13

Lenda dos Tripeiros

28-02-2012 15:38

Lenda de Valongo e Susão

28-02-2012 15:37

Lenda do Rei Ramiro

28-02-2012 15:37

Lenda de Pedro Sem

28-02-2012 15:37


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O Senhor de Matosinhos

28-02-2012 15:36

Santiago e Caio

28-02-2012 15:36

Lenda das Sete Cidades

28-02-2012 15:35

Lenda da Nossa Senhora de Vagos

28-02-2012 15:35

Lenda do Milagre de Ourique

28-02-2012 15:35

O Rapto da Princesa Europa

28-02-2012 15:34

O Senhor Jesus de Ponta Delgada

28-02-2012 15:34

lenda da batalha de S. jorge

28-02-2012 15:33

Uma história do tempo de D. João I

28-02-2012 15:31

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Lendas do distrito de Setúbal distrito_setubal.jpg

Lenda da Caparica


Há muitos, muitos anos, quando a Caparica era apenas um local ermo, com meia dúzia de casas, apareceu uma criança muito bonita, pobremente vestida que ninguém sabia donde vinha. Um velho da freguesia da Senhora do Monte tomou conta dessa menina que não sabia nada sobre a sua origem, apenas sabia que possuía aquela capa que trazia. O velho reparou que a capa, apesar de muito velha, era uma capa de qualidade, provavelmente pertencente a uma família rica ou mesmo nobre. Passaram-se muitos anos até que a menina se tornou numa bela jovem. Estando o velho às portas da morte pediu-lhe, como última vontade, que pusesse a sua capa por cima dele para o aquecer naqueles últimos momentos, dizendo à jovem que aquela capa velha era uma capa rica. A jovem fez-lhe a vontade e, quando o velho morreu, juntou o pouco dinheiro que restava para lhe dar uma sepultura digna. Passou dias sem comer e noites sem dormir mas tinha a consciência tranquila de ter retribuído tanto em vida como na morte a bondade do velho. A jovem ficou naquele casebre e envelheceu sozinha. O povo, que a achava estranha e lhe chamava bruxa, reparou que ela tinha o ritual de subir ao alto do monte e, num ar de êxtase, rezava a Deus pedindo-lhe que quando morresse o Manto Divino de Nossa Senhora do Monte cobrisse com a Sua benção todos aqueles que naquela localidade A veneravam. Ao terminar aquelas palavras ela pegava na sua capa velha e erguia-a ao céu. Este estranho comportamento chegou aos ouvidos do rei que a mandou vir à sua presença, acompanhada da famosa capa que todos diziam ter feitiço. A velha senhora disse ao rei que nada tinha a ver com bruxedos e que o que fazia era apenas rezar a Deus. Comovido, o rei mandou-a embora com uma bolsa de dinheiro e a velha continuou a sua vida solitária até que um dia morreu. Junto do corpo da Velha da Capa, que era como o povo a designava, encontraram uma carta dirigida ao rei. A Velha da Capa tinha descoberto na hora da sua morte que a capa era afinal uma capa rica porque tinha encontrado uma verdadeira riqueza escondida no seu forro. Pedia ao rei que utilizasse aquele tesouro para transformar aquela costa numa terra de sonho e maravilha onde houvesse saúde e alegria para todos. Reza a lenda que foi assim que surgiu a Costa da Caparica, em homenagem de uma menina de origem desconhecida que tinha como único bem uma capa velha que afinal era uma capa rica.



Lenda do Santo António da Charneca


Havia no Alentejo um rico proprietário que tinha feito a sua fortuna nas Índias, de onde trouxe uma filha e um escravo. D. Aires de Saldanha tinha um feitio difícil e ideias fixas: obrigava o seu escravo Macumba a ir todos os dias recolher lenha por serras distantes e guardava bem fechada no seu solar a sua bela filha Ana. A partir de um certo momento, o escravo Macumba passou a cruzar-se com um frade franciscano que provocava uma estranha perturbação nos bois que puxavam o carro de lenha: os bois tremiam e curvavam-se diante do frade em obediência ritual. A princípio o escravo irritou-se mas quando descobriu que se tratava de Santo António tremeu de emoção e julgou-se indigno da sua presença. Macumba deveria transmitir ao patrão o desejo de Santo António de ver construída uma capelinha e de dizer à jovem Ana que esta sofria porque não tinha fé suficiente. Quando Macumba contou a Ana o sucedido esta não acreditou nele e impediu-o de falar com o seu pai. Então, Santo António falou com Ana e transmitiu-lhe o seu desejo e também que ela realizaria em breve o seu sonho de se casar. No dia seguinte, e segundo as instruções de Santo António, os bois foram largados e no lugar onde pararam e começaram a escavar a terra surgiram cal e areia. A população construiu nesse mesmo lugar a capelinha mais bonita de toda a região. Ana casou-se com um mensageiro que na semana seguinte chegou ao solar e Macumba, agora homem livre, dedicou-se para sempre ao culto do seu santo protector.


http://lendasdeportugal.no.sapo.pt/distritos/setubal.htm

Lenda de Porto Brandão


Num local em se construíam barcos de todos os tipos, muitos dos que partiram para terras do Brasil e Índia foram aqui feitos, era natural que a população fosse composta, na sua maioria, por carpinteiros de naus e calafates.



Entre eles encontrava-se um rapaz forte, jovem e bonito chamado Brandão, que às escondidas namorava a filha do dono do estaleiro, a jovem Paulina.O pai da jovem só pensava em ser rico e poderoso.



Longe de saber que a sua filha namorava com um simples operário, prometeu-a em casamento a um negociante que se encontrava na Índia. Ao descobrir que sua filha namorava com Brandão o pai de Paulina ficou furioso.



Para tentar acabar com o namoro entre os dois, e realizar o sonho de enriquecer o mais depressa possível, combinou com o comandante de um navio, que ia seguir viagem para a Índia, embarcar, clandestinamente, a sua filha.



Na noite da partida do navio, preparou-lhe uma cilada e embarcou-a ,à força, no navio. As lágrimas de Paulina e da esposa não o comoveram.



Mas o jovem Brandão estava alerta. Quando o navio se preparava para partir, aproximou-se num pequeno barco a remos e, sem fazer barulho, o jovem subiu a bordo para tentar raptar a sua amada. Brandão foi descoberto. Sem perdão o comandante mandou-o matar e ordenou que o seu corpo fosse lançado às águas do Tejo.



Toda a cena foi observada por Paulina. Ao ver o corpo do seu noivo desaparecer no rio a jovem ,desesperada, não pensou duas vezes e atirou-se também ao Tejo.



Conta a lenda que, dias depois, os dois corpos deram à costa. O de Paulina foi encontrado numa pequena praia ali perto. Nessa altura passou a chamar-se Praia da Paulina, hoje conhecida por Praia do Lazareto. O corpo de Brandão foi encontrado na praia que hoje se chama Porto Brandão. Termina a lenda dizendo que aqueles que não conseguiram unir-se em vida, por causa da ganância de um pai, uniram-se na morte acabando sepultados no mesmo cemitério.




http://lendasecalendas.omeuforum.net/t34-lenda-do-porto-brandao-almada



Lendas de Portugal

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Mito


Um mito (do grego antigo μυθος, translit. "mithós") é uma narrativa de caráter simbólico, relacionada a uma dada cultura. O mito procura explicar a realidade, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis.
Ao mito está associado o rito. O rito é o modo de se pôr em ação o mito na vida do homem - em cerimônias, danças, orações e sacrifícios.
O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
  • || O mito é o nada que é tudo.
  • O mesmo sol que abre os céus
  • É um mito brilhante e mudo.
Fernando Pessoa[1]
||


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O termo mitologia pode referir-se tanto ao estudo de mitos, ou a um conjunto de mitos.[1] Por exemplo, mitologia comparada é o estudo das conexões entre os mitos de diferentes culturas,[2] ao passo que mitologia grega é o conjunto de mitos originários da Grécia Antiga. O termo "mito" é frequentemente utilizado coloquialmente para se referir a uma história falsa,[3][4] mas o uso acadêmico do termo não denota geralmente um julgamento quanto à verdade ou falsidade.[4][5] No estudo de folclore, um mito é uma narrativa sagrada que explica como o mundo e a humanidade veio a ser da forma que é atualmente.[5][6][7] Muitos estudiosos em outros campos usar o termo "mito" de forma um pouco diferente.[7][8][9] Em um sentido muito amplo, a palavra pode se referir a qualquer história tradicional.[10]
  • Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.
  • Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia